
O presidente Lula disse, em entrevista publicada pelo jornal Correio Braziliense nesta quarta-feira (21), que, ao deixar o cargo, será “uma pedra no calcanhar do PT” para que o partido “coloque a reforma política como prioridade, com 365 dias por ano falando da reforma política, procurando aliado para a gente fazer”. Mesmo sem ter feito a reforma nos seus oito anos de governo, o petista defendeu a adoção do fundo público para financiar as eleições, com proibição de uso de recursos privados, Seria “uma chance que a gente teria para moralizar o país”, defende. O presidente elogiou o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a senador pelo Estado Aécio Neves (PSDB). Ao comentar o futuro político de Neves, disse que não deveria aceitar compor a chapa presidencial do PSDB. “Acho que o Aécio está qualificado para ser o que quiser”, disse. Mas completou afirmando que, se Aécio for o candidato a vice-presidente de José Serra, vai se desgastar. “É só pegar o que escreveram sobre as divergências dos dois para perceber que o Aécio vai colocar muita dúvida na cabeça dos mineiros”, disse
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