Não é só o ProJovem Trabalhador que está sendo investigado pelos ministérios públicos federal e estadual na capital baiana. Contratos do ProJovem Urbano também são analisados. Entre os pontos que estão sendo esclarecidos está a transparência no processo seletivo de 36 educadores convocados para o programa, confirmou ontem a promotora estadual de justiça Rita Tourinho, que é coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa.Uma comissão de candidatos entrou com representação no Ministério Público (MP) da Bahia, ontem, contra o Instituto de Projetos, Gerenciamento e Tecnologia (Iprogect), contratado pela Prefeitura de Salvador para selecionar os educadores. Os candidatos questionam os critérios da seleção e querem “anular o processo seletivo a fim de que ele seja feito atravésdeumaprovaobjetiva para que haja mais lisura”. (A Tarde)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
PDF
Nenhum comentário:
Postar um comentário