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| Material neonazista apreendido pela polícia de São Paulo |
A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em São Paulo, identificou 200 integrantes de 25 gangues auto-denominadas skinheads que apavoram gays e negros nas ruas da capital paulista. Eles são jovens, com idades entre 16 e 28 anos, têm ensino fundamental e médio, e pertencem, em sua maioria, às classes C e D. Os integrantes desses grupos extremistas usam coturnos com biqueiras de aço ou tênis de cano alto, jeans e camisetas, e cultuam Hitler, suásticas e o número 88. Eles aparecem com mais frequência como agressores de negros, gays e em pancadarias entre torcidas organizadas, quando encarnam a faceta "hooligan". Atualmente, na delegacia, há 130 inquéritos envolvendo os "crimes de ódio"- motivados por preconceito contra um grupo social. O foco desses delitos é a região da avenida Paulista e da rua Augusta, na região central da cidade. Segundo a delegada Margarette Correia Barreto, titular da Decradi, ali é "a nossa faixa de Gaza". Informações da Folha On Line.

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