O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Ari Pargendler, submeteu aos ministros da Corte uma nota, já redigida, semelhante àquela lida por Cezar Peluso no CNJ (Conselho Nacional de Justiça): não citava Eliana Calmon, mas condenava a corregedora por mencionar bandidos ocultos sob a toga. A nota de Pargendler foi aprovada por 10 votos a 9, mas foi para a gaveta, graças ao alerta do ministro João Noronha de que decisões colegiadas do STJ requerem 17 votos. Em recente entrevista, Calmon fez duros ataques a seus pares ao criticar a iniciativa de tentar reduzir o poder de investigação do CNJ. Segundo falou em entrevista à APJ (Associação Paulista de Jornais), o Judiciário sofre com a presença de “bandidos escondidos atrás da toga”. A declaração causou reação no CNJ, que divulgou nota classificando as declarações de Calmon de “levianas”. A nota foi lida pelo presidente do Supremo durante sessão do CNJ. A corregedora tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil). (Folha)
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