A vereadora Olívia Santana (PCdoB), presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Salvador, defendeu que todas as denúncias relacionadas à Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Lazer (Secult) sejam apuradas e as negociações entre a Secult, o Instituto de Desenvolvimento Humano (Idesh) e a Faculdade Evangélica de Salvador (Facesa) sejam anuladas. Para Olívia, “o escândalo da Secult atesta que o prefeito João Henrique não tem condições de administrar a cidade”. “Na condição de ordenador de despesas do município o prefeito tem por obrigação controlar os gastos públicos e como ele são realizados. Carlos Soares não deve ser responsabilizado sozinho, deve existir uma conspiração muito maior”, sugeriu.
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