A notícia de que a ex-secretária municipal de Planejamento e ex-dirigente da Sucom, Kátia Carmelo, irá à audiência pública que a Câmara Municipal promove amanhã, pela tarde, para discutir o uso indevido das Transcons, que denunciou em entrevista no último sábado em entrevista ao jornal Tarde, aumentou a temperatura na Praça Municipal, onde funcionam a Casa e a Prefeitura Municipal, espaços em que a frase “a mulher bomba voltará a atacar” passou ser ouvida de novo agora há pouco.De acordo com uma importante fonte do Palácio Thomé de Souza, a presença de Carmelo na Câmara, em clima de confronto aberto com membros da administração como o atual superintendente da Sucom, Cláudio Silva, de quem se tornou inimiga, é sinal de que o prefeito João Henrique (PMDB) precisará fechar a guarda para não sofrer ainda mais desgastes na opinião pública ou se ver jogado no meio de um turbilhão de denúncias e versões de proporções ainda imprevisíveis.Por este motivo, uma reunião com o chamado “Estado Maior” da Prefeitura deve ser convocada nas próximas horas a fim de que os representes do Executivo Municipal que irão participar da audiência afinem o discurso e não vacilem frente à ex-secretária, conhecida por gostar de holofotes. A avalição é de que ela deve se esmerar no reforço aos ataques que dirigiu à administração municipal no sábado. A estratégia da Prefeitura, que estaria sendo coordenada diretamente pelo prefeito, é mostrar que Carmelo possui mais culpa no cartório do que aparenta e teria, na verdade, montado uma estratégia para se proteger.“Ela usou uma estratégia inteligente, ao se antecipar e dar uma entrevista no jornal A Tarde, atacando todo mundo, mas com as informações que estamos reunindo, mostraremos que ela poderá se eximir de responsabilidades”, assinala a mesma fonte cheia de mistério ao Política Livre, sem querer prever o desfecho da reunião de amanhã na Câmara. “A situação não é ótima para nenhuma das partes, mas vamos ver quem tem mais bala na agulha”, declarou em tom ameaçador.
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